quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Aos olhos das crianças

Amor visto pelas Crianças 

  
«Quando a minha avó ficou com artrite, não se podia dobrar para pintar as unhas dos dedos dos pés. Portanto o meu avô faz sempre isso por ela, mesmo quando apanhou, também, artrite nas mãos. Isso é o amor.»
Rebeca, 8 anos


«Quando alguém te ama, a maneira como pronuncia o teu nome é diferente. Tu sentes que o teu nome está seguro na boca dessa pessoa.»
Manuel, 4 anos


«O amor é quando uma rapariga põe perfume e um rapaz põe colónia da barba e vão sair e se cheiram um ao outro.»
Ana, 5 anos


«O amor é quando vais comer fora e dás grande parte das tuas batatas fritas a alguém, sem a obrigares a darem-te das dele.»
Cristina, 6 anos


«O amor é o que te faz sorrir quando estás cansado.»
Francisco, 4 anos


«O amor é quando a minha mamã faz café ao meu papá e bebe um golinho antes de lho dar, para ter a certeza de que o sabor está bom.»
Daniel, 7 anos


«O amor é estar sempre a dar beijinhos. E, depois, quando já estás cansado dos beijinhos, ainda queres estar ao pé daquela pessoa e falar com ela. O meu pai e a minha mãe são assim. Eles são um bocado nojentos quando se beijam.»
Emilia, 8 anos    rsssssssssssssss



«O amor é quando dizes a um rapaz que gostas da camisa dele e, depois, ele usa-a todos os dias.»
Nélia, 7 anos


«O amor é quando um velhinho e uma velhinha ainda são amigos, mesmo depois de se conhecerem muito bem.» (nem Sócrates, Descartes ou Freud diriam algo mais certo...)
Tomé, 6 anos


«A minha mãe ama-me mais do que ninguém. Não vês mais ninguém a dar-me beijinhos para dormir.»
Clara, 6 anos


«Amor é quando a mamã dá ao papá o melhor pedaço da galinha.»
Helena, 5 anos


«Amor é quando a mamã vê o papá bem cheiroso e arranjadinho e diz que ele ainda é mais bonito do que o Robert Redford.»
Cristiana, 7 anos


«Amor é quando o teu cãozinho te lambe a cara toda, apesar de o teres deixado sozinho todo o dia.»
Mariana, 4 anos    tão querida


«Quando amas alguém, as tuas pestanas andam para cima e para baixo e saem estrelinhas de ti.»(quanta arte!)
Bibiana, 7 anos


«Nunca devemos dizer 'Amo-te', a menos que seja mesmo verdade. Mas se é mesmo verdade, devemos dizer muitas vezes. As pessoas esquecem-se.»
Jessica, 8 anos


E a última? O autor e conferencista falou de um concurso em que ele teve de ser júri. O objectivo era encontrar a criança mais cuidadosa.
A vencedora foi um rapazinho de quatro anos, cujo vizinho era um velhote que perdera recentemente a sua esposa. Depois de ter visto o senhor a chorar, o menino foi ao quintal do velhote, subiu para o seu colo e sentou-se. Quando a mãe  perguntou o que dissera ao vizinho, o rapazinho disse:
"Nada, só o ajudei a chorar".



Simples assim!


Bom dia para todos

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Indicador de caráter




" O melhor indicador

do caráter de uma pessoa

é como ela trata as pessoas, que não podem

trazer-lhe qualquer benefício"

ABIGAIL VAN BUREN

Gratidão

Apesar da sensação de ter sido atropelada por camião, hoje começo a vislumbrar uma


uma luz ao fundo do túnel.
Quem tem amigos presentes para dar força nos momentos complicados tem de ser mesmo grata. E eu tenho muito a agradecer.

Bom dia a todos

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Hoje,

e porque a vida de vez em quando finta-nos, ou então, somos nós que recusamos a ver o que está à frente dos nossos olhos e  tentamos, por tudo, adiar uma solução, acreditando que o tempo por si só fará a diferença, mas não faz, 


não sei de todo qual o trilho tomar.
Talvez o terço que a minha vizinha me trouxe de Fátima e me ofereceu ao fim de um domingo de lágrimas, seja um sinal que Deus estará sempre comigo seja qual o for o caminho.
Eu preciso de me acalmar, para resolver o que hei-de fazer. Hoje e porque as lágrimas teimam em não parar, nem com o meu médico consigo falar. Preciso que  ele me receite algo que me acalme e diminuo este este formigueiro que me ataca a cabeça! 
Sei que estou a deixar-vos inquietas mas tranquilizo-vos dizendo apenas que não é o caso grave de saúde, nem uma crise no casamento.É um acumular de situações, cansaços e desgastes e que um último acontecimento (díficil de resolver) está a contribuir para que eu me encontre neste estado. 

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Escrever memórias

Um dia, num dado momento sem importância nenhuma, lembrei-me de escrever as minhas memórias para deixar às minhas filhas. É algo que estou a construir aos pouquinhos, passo, a passo desde o tempo em que a  minha memória me deixa chegar.
Entretanto ocorreu-me que, assim como podia fazer-lhes um relato de como foi a minha vida, também poderia deixar-lhes um relato da evolução delas desde bébés. Com que idade deixaram as fraldas e a chupeta; com que idade nasceu o 1º dente; com que idade deram os primeiros passos; quais os seus gostos alimentares e como evoluíram ao longo do tempo; qual a forma de reagirem perante as situações que eu considero mais importantes como por exemplo a entrada no jardim de infância e na escola primária; como era a personalidade delas e como foi evoluindo e/ou alterando ao longo do seu crescimento; quais as sua brincadeira favoritas, etc.  
Desde que comecei a fazê-lo acredito que este será sem dúvida alguma um documento tão, se não mais importante, que o album das fotografias. Será algo que um dia lhes roubará muitas gargalhadas e ao mesmo tempo também fará com que elas se entendam melhor a si próprias.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Quando se "educa" à chapada

o que se- pode esperar de crianças "educadas" desta forma? Crianças meigas, compreensivas que resolvem as suas quezílias com diálogo, ou crianças agressivas e violentas?
Pois é, esta questão nem deveria ser colocada, uma vez que a resposta é demasiado óbvia. Agressividade gera agressividade e violência gera violência. Há, porém,  pais que não imaginam as consequências desta forma de "educar". E  têm sempre, e em qualquer momento, a mesma atitude" - portaste mal?fizeste asneira? toma lá uma chapada que é para aprenderes".
No ambiente escolar, essa criança vai resolver todos os seu atritos ou desentendimentos com os colegas, tal com lhe ensinaram, à chapada. Será apontada, será marcada como sendo o terror lá da escola e no fundo ela é apenas  mais uma vítima! 
A minha mais nova tem um colega que é assim, conforme descrevi. A mãe, essa nunca a vi ter uma conversa com o filho, mas bofetadas já presenciei imensas e por razões que nem ao diabo lembra.
Infelizmente quando os pais são chamados à atenção para o comportamento dos filhos, ainda há lugar para a estupefacção. Isto sim é pobreza, isto sim é miséria! Miséria à qual pouco se atenta, uma vez que o dinheiro muitas vezes não é, nem de longe, o problema 

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Não sei como sair deste ciclo

Há algo que não está a funcionar.
Todos os dia me levanto às 6.15 h da manhã para poder sair de casa com: a casa arrumada e camas feitas; a roupa estendida; a loiça tirada da máquina; os cócós e os chichis do cão limpos; o jantar +- orientado e os almoços quando necessário; preparar pequenos almoços; preparar  lanches e preparar a criança  para levar à escola.
Saio do trabalho e corro para casa para ajudar a criança nos trabalhos de casa; dar-lhe banho; fazer o jantar; ler história, conversar com ela e metê-la na cama( não exactamente por esta ordem); arrumar cozinha; preparar roupas para o dia seguinte; colocar roupa e loiça lavar; orientar/conversar com a adolescente. Nos entretantos fazer compras, ir a reuniões/consultas quando é o caso e vir aqui (blogosfera). Neste corre, corre diário vou pensando que o fim de semana chega num instante e nessa altura vou poder parar e descansar. Acontece, porém, que chegado o fim de semana entre limpezas mais eficazes da casa, e todos os restantes  afazeres, para os quais não dá tempo à semana, passo eu o fim de semana sempre num vai e vem acabando-o pior do que o iniciei. Nessa altura penso que tenho de me organizar ainda melhor à semana, para arranjar um tempinho disponível, para mim, no fim de semana seguinte e vice versa. O pior, meio disto tudo,  só se vê o que não está feito (frustração).
Tenho de quebrar este ciclo extenuante, tenho mesmo, não estou a conseguir porque não quero deixar nada por fazer, mas sinto que  um dia destes, não quebrando o ciclo, quem quebra sou eu.
Já passou um ano desde que comecei a trabalhar mais horas por semana e até hoje ainda não consegui reorganizar a minha vida sem prejuízo (neste caso, meu prejuízo direto). Elas não matam mas moem, essa é que é essa!

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Fúria Divina


Excelente livro.
Excelente história!
O porquê do radicalismo.
Porque tipo de pessoas é composto o radicalismo.

Esta obra, mais uma vez vem demonstrar, como é fabuloso José Rodrigues dos Santos enquanto escritor, bem como é imensa a sua cultura e até onde pode ir na aquisição de novos conhecimentos!




sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Bom fim de semana


Que nunca nos esqueçamos que bem por cima de um céu cinzento há sempre um sol radioso, disposto a brilhar em nossas vidas!




Bom fim de semana :)))!

Ensinar os filhos a crescer

é não lhes dar tudo o que pedem; é contribuir para que que eles lutem por algo; é explicar-lhes que mesmo que pareça difícil atingir uma meta, nunca devem desistir de ultrapassar obstáculos; que a cada objectivo alcançado sentirão uma felicidade única; que o trabalho dignifica quem o pratica; que a humildade engrandece; que a integridade anda de braço dado com amizade; que a partilha nos torna mais ricos (dar sem o intuito de receber)

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Naqueles dias

longínquos de Primavera, em que Maria na flor da sua meninice se sentava no chão, numa sarapilheira, em frente a ela e há sua imparável máquina de costura, que ela pedalava com uma perícia que só a experiência lhe tinha dado.Ollhava-me e dizia: vou cantar-te uma cantiga, Maria! E cantava-me imensas. A que me ficou para sempre na memória foi esta:

indo eu por aí a baixo
indo eu por aí a baixo

à procura de amor
à procura de amor

encontrei uma laranjeira
encontrei uma laranjeira

carregada de flor
carregada de flor

e baixei-me debaixo dela
e baixei-me debaixo dela

para o sol me não crestar
para o sol me não crestar

e ao meio dia em ponto
e ao meia dia em ponto

rouxinol ouvi cantar
rouxinol ouvi cantar

rouxinol de bico preto
rouxinol de bico preto

quem te ensinou a cantar
quem te ensinou a cantar

foi o palácio da rainha
foi o palácio da rainha

quando o rei ia para o mar
quando o rei ia para o mar

apanhar conchinhas de ouro
apanhar conchinhas de ouro


para o infante brincar
para o infante brincar




quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Há muito, muitos anos

atrás, 35/36, mais coisa menos coisa, eu era considerada  boa aluna a desenho. Era tão boa que um dia o meu professor da primária pegou num desenho meu, feito pela ocasião do Natal,  e enviou-o para um concurso que houve, na época,  no Jornal de Notícias. Incrivelmente o meu desenho foi um dos três que ganhou o sorteio e foi publicado no dito jornal. Pois,  tal como referi, eu era boa, porque desde então a minha evolução nessa área foi zero, até era capaz de afirmar que regredi, pois ontem, na tentativa de exemplificar à minha pequena como se fazia um pássaro, ela vira-se para mim e diz-me: oh mãe, isso parece mais um camelo! ahahahahah.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

As birras voltaram

a atacar em grande a minha criança. A professora tinha-nos alertado que seria o mais normal acontecer porque a transição do jardim de infância para o 1º ciclo inclui novas regras disciplinares às quais eles não estão habituados. Sobre esta parte tive imensas conversas com ela e expliquei-lhe que na nova escola não poderia falar alto dentro da sala de aula; que não poderia levantar-se da cadeira porque qualquer motivo;que os trabalhos nunca poderiam ficar a meio e teriam de ser terminados dentro de um determinado tempo. Mas é óbvio que a teoria é algo que pouco, ou nada, prepara para a prática com que temos que nos confrontar. A experiência é que nos constrói. Com a pequena, deveria também estar preparada, dado a sua forte personalidade, não seria diferente.
Na verdade, ontem, desde da chegada a casa até ir dormir, TUDO foi motivo para birras. Birras por tudo e por nada. Dizem, os especialistas que após o 1º período tudo se aquieta. Assim o espero, espero também não perder a paciência. A calma, essa, às vezes perco e por isso também me recrimino. A minha adolescente tranquiliza-me e diz-me que eu sou até demasiado paciente.
O que mais me deixa a pensar é que no caso do pai estar em casa, o que é agora de novo pouco frequente, dado o ínicio da época desportiva, que as birras quase não aconteçam. Porquê??? Penso que o facto de eu ser mais presente, tanto para as brincadeiras, como para impor autoridade, seja a resposta.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Sorteio no "Flor Criativa".

A minha querida amiga Rosinha está prestes a festejar 2 anos de existência do seu cantinho "Flor Criativa". Para assinalar esse dia tão especial, ela decidiu fazer um sorteio para o qual estão convidados a participar todos os seus seguidores. Os trabalhos que estão em sorteio são lindas obras feitas pelas suas mãos de fada. Entrem em http://rosinhac.blogspot.pt/ e participem.

Era para ter sido

Um fim de semana tranquilo uma vez que não haviam compromissos agendados. Mas de repente tudo se virou ao contrário com a ausência não planeada do marido durante todo o fim  de semana! Entre catequese e reunião da catequese da mais nova e missa de domingo quase à hora do almoço;entre dar atenção às miúdas, ao cão; dar uma atenção diferente à casa; cuidar da roupa, fazer compras e refeições foi sim, imensamente stressante. E eu, não sei se por andar com alteração hormonal à custa do desmame da pílula, tenho andando também muito irritável, tanto que quase nem me suporto! Para mim sobrou só tempo meter os pés de molho numa bacia com sais de banho e dar uma ajeitadela às unhas. 

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

E porque hoje

está um dia de  Outono soalheiro e fresco, tal como eu gosto, e é também sexta-feira, não me faltam motivos para sorrir. Melhor ainda é não ter obrigações agendadas para este fim-de-semana  e poder relaxar sem relógio à mão.


Tenham um excelente fim-de-semana e façam o favor de aproveitar o melhor possível.


Se eu pudesse dar o meu contributo para reformular a legislação portuguesa,

de modo a reduzir a dívida pública, sugeria que fosse criada uma lei que punisse todos os reformados, com pensões superiores a 1000 euros, a usufruir, para além da reforma, de um ordenado por estarem no ativo. A punição seria devolverem todo o dinheiro ganho no modo reformado( se estão no ativo não podem ser reformados ) ou são carne, ou são peixe. Esta lei acabaria com reformas duplas, triplas e por aí fora,habitualmente milionárias,  que um grupo restrito usufrui, diminuiria o desemprego em algumas áreas e podia pagar-se reformas mais dignas a quem ganha 250 e 300 euros!
Também sugeria que se criasse outra  lei que proibisse todo e qualquer cidadão, com cargo de chefia, ou direção, político ou a trabalhar em instituição publica, de usufruir de  viatura que não fosse a própria para uso pessoal, sendo como exemplo ir e vir do trabalho, bem como do usufruto de combustíveis pagos pela instituição. Atualmente a maioria das instituições publicas estão a pagar alugueis mensais chorudos  de viaturas (grande parte delas topo de gama) para cada membro da direção, bem como combustível. Este tipo de situações eu não consigo mesmo digerir. Qualquer comum cidadão, a ganhar o ordenado mínimo, não tem esse tipo de benesses, menos se justifica para quem ganha bem, não acham? Baixaria assim imenso  a despesa pública. 
Sugeriria ainda que fosse criado um teto máximo para as pensões. Não poderiam haver pensões superiores a 2000 euros. A grande maioria dos portugueses no ativo não ganha isso por agregado familiar (o qual inclui filhos menores) e conseguem viver de forma digna.Um teto máximo de 2000 euros por pessoa era mais que suficiente para viverem uma velhice serena, já sem filhos para criar e com todas as despesas daí inerentes. E, mais uma vez reforço a ideia, que se poderia aumentar  a quem tem reformas mínimas e inumeros casos indignas.
Estas seriam as três grandes escolhas para que os nossos políticos não necessitassem mais de nos pedirem sacrifícios para baixar a dívida pública, com a imensa vantagem que ninguém sairia prejudicado.
E vocês, que leis sugeriam?

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Assistir

às 22.00 h, à actuação do grupo de dança da escola da minha adolescente, cuja coreografia foi criada por ela e por uma amiga, vê-la dançar de corpo e alma, como dançarina principal,  foi tão bom! Momento registado  para mais tarde recordar. 

Sentir

uma leveza, um bem estar, apesar das imensas reveses da vida, é o melhor dos sentimentos. A fé e esperança que todos os dias são oportunidades para ser, existir e viver melhor são meu  lema de vida. Para traz ficaram medos e ansiedades. 
Caminho de cabeça levantada, sensível ao que me rodeia, mas, mesmo assim, sem perder as pequenas grandes coisas com que a vida me presenteia. Viver em cada dia pequenos momentos, tão cheios, tão repletos de afecto trazem-me uma felicidade indizível. 
É  também minha intenção contribuir para que as minhas filhas sintam essa felicidade ao longo da viagem. Ensinar-lhes que com "as pedras "que muitas vezes encontrarão no caminho, deverão aprender lições para a vida, sem esquecerem que a ela é maravilhosa.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Há pessoas

que de tão ruins que são, tão cobras que são, um dia,  se têm o azar de morder a língua, morrem envenenadas!

Simpatia e gentileza selectivas

são coisas que me mexem com os nervos. 
Há pessoas que são assim naturalmente. Naturalmente simpáticas e gentis para quem lhes convém e naturalmente curtas e grossas para outras, sendo que contra estas últimas não têm nada a desfavor a apontar, exceto estas não terem a possibilidade de lhes dar algo em troca que considerem importante. 
A falsa simpatia e gentileza cada vez ganha mais terreno na nossa sociedade, principalmente em ambientes de trabalho. 
Entristece-me observar a falsidade ser premiada com medalhas de mérito como se a honestidade e a sinceridade fossem afinal grandes defeitos, sujeitos a punição.
Eu, apesar de todo os reveses, não abdicarei de ser o que sou a troco de nada. E em boa verdade se diga que há coisas que não têm preço, a leveza da consciência é uma delas!

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Na minha modesta opinião


os políticos que governam este país saíram de grupo de miúdos mimalhos, habituados a ter tudo de mão beijada, sem ter de se privar de nada. São pessoas que nunca se sacrificaram pela mais pequena coisa e viveram sempre numa realidade que só fazia parte do seu mundo abastado, isento de trabalho e bem longe das dificuldades do mundo. Esses miúdos  são hoje uma geração que faz da política uma forma de manter todos os seu vícios e costumes, independentemente do sacrifício causado ao alheio. São uma geração que nem a experiência de governar a sua própria vida tiveram, como podem saber governar um país. Nem podem, pior, nem querem saber. O importante mesmo é alimentar a vida faustosa que possuem, bem como de todo o seu compadrio, nem que para isso tenham de sacrificar todo um país.
O que mais me enerva é que eles se dirijam ao povo, como se este fosse cego e estúpido, e não se desse conta para onde está a ir o resultante de todos os cortes que lhes têm sido feitos de facto.
Lamento tanto que um grupo de "putos mimalhos "esteja a dar cabo de um património, de um país, nos intitulem a todos de parvos e nada, nem ninguém, os trave antes que seja demasiado tarde. 

É tão compensador,

depois de tantas inquietações após a notícia que a minha criança ia ter de frequentar o primeiro ciclo numa escola composta por 17 turmas e senti-la tão pouco sociável e insegura para o meio tão gigantesco que iria enfrentar,comparando ao que estava habituada, e observar que de repente ela ganhou uma autoconfiança enorme e se tornou numa menina tão segura de si. Apesar de já contar com quatro professores desde o começo das aulas, mesmo assim, ela continua tranquila. Estou tão, mas tão feliz, por ela. O único problema para já, é ela ser demasiado perfeccionista e por isso ser muito demorada a fazer os trabalhos de casa.
Acredito piamente, que toda esta alteração na sua maneira de ser, tem muito a ver com a vinda do cachorrinho cá para casa. A inter acção entre ambos tem sido óptima. Ela sempre cuidou dele. Ele, tal como todos os cães em geral, demonstra um afecto genuíno por ela e por nós, e isso tem sido excelente para todos.   

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Hábitos de leitura.

Uma das coisas que eu mais amo fazer nos meus escassos tempos livres é ler. Não importa o género, desde que o enredo seja cativante. Desde o Júlio Dinis, Eça de Queirós, José Saramago, José Luís Peixoto, Miguel Sousa Tavares, Júlio de Magalhães, José Rodrigues dos Santos até Dan Brown, Nicholas Sparks, Danielle Steel, Paulo Coelho, e muitos outros, já passaram pela minha vida.
Desde cedo introduzi os livros na vida das minhas filhas, lendo-lhe desde bébés histórias antes de adormecer. Para mim ler é a  melhor das formas de enriquecer, quer o vocabulário, quer a escrita, quer a imaginação. 
Até há bem pouco tempo vivia um pouco triste por ver que a minha adolescente, depois de eu deixar de lhe ler as histórias de adormecer, nunca mais pegou um livro para ler, e se interessava mais pela Internet e por ouvir música.
Vivia, dizia eu, porque há já um tempinho a miúda decidiu terminar com a conta do facebook e começar a ler. Ando feliz da vida com ela pois que, em apenas mês e meio, está a  iniciar o seu 3º livro, o Diário de Anne Frank, o qual pediu emprestado a uma amiguinha. 
Sempre ouvi dizer , e sendo em muitas momentos um pouco céptica quanto à veracidade do ditado, "quem semeia, mais cedo ou mais tarde terá o fruto da sementeira". Assim está a ser. Por vezes os frutos demoram a nascer, é preciso ser paciente.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Benamôr

Quem tem uma adolescente em casa sabe bem dos problemas que elas têm com a imagem, a mais pequena coisa é suficiente para se sentirem inseguras.
A minha adolescente tem algumas borbulhas e pontos negros, característicos desta fase da vida dela, e por mais dicas que eu lhe dê (caseiras e económicas), nenhuma delas faz o efeito que ela pretende (por vezes morosas e nem sempre seguidas à risca). 
Acerca de 15 dias entrei numa loja de comércio tradicional e deparei-me com um creme que fazia parte do tratamento do rosto das mulheres de minha casa, quando eu era adolescente. Para a minha mãe esse produto era  o único que a satisfazia, era mágico. É produzido em Portugal e, segundo as indicações, é bom para evitar rugas, eliminar pontos negros, borbulhas e manchas da pele. Assim, não pensei duas vez, tendo em conta todas as memórias que me trouxe, e o preço apetecível, veio comigo para casa.
Neste momento é utilizado por nós as duas, tanto em tratamento nocturno, como diurno. A filha anda, pela primeira vez, satisfeitassima com o resultado e eu também. As amigas dela dizem-lhe que a pele dela está melhor do que nunca e todas querem saber onde comprar o creme maravilha.  
As coisas simples e baratas podem fazer-nos tão felizes!




quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Casamentos à semana

A ideia de alguém casar à semana, com cerimónia religiosa, pompa e circunstância e imensos convidados sempre me fez alguma confusão. Para mim a semana, de segunda a sexta-feira, sempre foi considerada de trabalho, daí se chamarem a estes dias, dias úteis.O fim-de-semana, esse sim, é de passeio, festas e convívio. No entanto, cada vez há mais quem não se importe muito com isso. Ouvi dizer que fica muito mais barato casar nos dias úteis!Será por isso, ou para ser diferente!? 
Confusão a sério faz-me, eu fazer parte da lista de convidados, não poder negar o convite e ser obrigada a meter meio dia de férias para poder justificar a falta no trabalho e as miúdas terem de faltar à escola. O lado positivo, porque para mim há sempre o lado positivo, é termos o fim-de-semana livre para  irmos à aldeia :)).

Novo começo

Ah, como eu gosto do Outono. As suas cores transmitem-me  uma paz e um aconchego tão doce.
Outono mês do recomeço. Do regresso às aulas das miúdas; do regresso ao controlo das rotinas. O regresso a dentro de mim própria. Época de novos planos e objetivos. 
Nem todo este mau estar político/económico me fará desabar. As dificuldades são tantas, mas a vontade de as ultrapassar é muito maior. Caminho de cabeça erguida, cheia de positivismo que me enche a alma, confiante que mesmo perante as maiores provações sairei vencedora. A vida é bela, com muito ou pouco dinheiro, é sempre bela.
Este Outono quero fazer muitas compotas; muita marmelada; dar muitos passeios na praia, já livre do reboliço dos meses do Verão; quero dar passeios pelo campo, entre os dourados, castanhos e avermelhados da natureza; quero ter muitos serões aconchegantes em família; este Outono, tal como sempre, quero ser feliz, muito feliz!
Que sejas muito bem vindo meu querido Outono.