sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Se eu pudesse dar o meu contributo para reformular a legislação portuguesa,

de modo a reduzir a dívida pública, sugeria que fosse criada uma lei que punisse todos os reformados, com pensões superiores a 1000 euros, a usufruir, para além da reforma, de um ordenado por estarem no ativo. A punição seria devolverem todo o dinheiro ganho no modo reformado( se estão no ativo não podem ser reformados ) ou são carne, ou são peixe. Esta lei acabaria com reformas duplas, triplas e por aí fora,habitualmente milionárias,  que um grupo restrito usufrui, diminuiria o desemprego em algumas áreas e podia pagar-se reformas mais dignas a quem ganha 250 e 300 euros!
Também sugeria que se criasse outra  lei que proibisse todo e qualquer cidadão, com cargo de chefia, ou direção, político ou a trabalhar em instituição publica, de usufruir de  viatura que não fosse a própria para uso pessoal, sendo como exemplo ir e vir do trabalho, bem como do usufruto de combustíveis pagos pela instituição. Atualmente a maioria das instituições publicas estão a pagar alugueis mensais chorudos  de viaturas (grande parte delas topo de gama) para cada membro da direção, bem como combustível. Este tipo de situações eu não consigo mesmo digerir. Qualquer comum cidadão, a ganhar o ordenado mínimo, não tem esse tipo de benesses, menos se justifica para quem ganha bem, não acham? Baixaria assim imenso  a despesa pública. 
Sugeriria ainda que fosse criado um teto máximo para as pensões. Não poderiam haver pensões superiores a 2000 euros. A grande maioria dos portugueses no ativo não ganha isso por agregado familiar (o qual inclui filhos menores) e conseguem viver de forma digna.Um teto máximo de 2000 euros por pessoa era mais que suficiente para viverem uma velhice serena, já sem filhos para criar e com todas as despesas daí inerentes. E, mais uma vez reforço a ideia, que se poderia aumentar  a quem tem reformas mínimas e inumeros casos indignas.
Estas seriam as três grandes escolhas para que os nossos políticos não necessitassem mais de nos pedirem sacrifícios para baixar a dívida pública, com a imensa vantagem que ninguém sairia prejudicado.
E vocês, que leis sugeriam?

2 comentários:

  1. Concordo inteiramente...infelizmente é mais fácil penalizar os mais frágeis e não se meterem com os mais fortes..!
    Beijinhos
    Maria

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    Respostas
    1. Claro que sim Maria! A força do poder politico é demasiado grande perante a submissão que quem já tanto perdeu!

      Beijinhos

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