quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Escrever memórias

Um dia, num dado momento sem importância nenhuma, lembrei-me de escrever as minhas memórias para deixar às minhas filhas. É algo que estou a construir aos pouquinhos, passo, a passo desde o tempo em que a  minha memória me deixa chegar.
Entretanto ocorreu-me que, assim como podia fazer-lhes um relato de como foi a minha vida, também poderia deixar-lhes um relato da evolução delas desde bébés. Com que idade deixaram as fraldas e a chupeta; com que idade nasceu o 1º dente; com que idade deram os primeiros passos; quais os seus gostos alimentares e como evoluíram ao longo do tempo; qual a forma de reagirem perante as situações que eu considero mais importantes como por exemplo a entrada no jardim de infância e na escola primária; como era a personalidade delas e como foi evoluindo e/ou alterando ao longo do seu crescimento; quais as sua brincadeira favoritas, etc.  
Desde que comecei a fazê-lo acredito que este será sem dúvida alguma um documento tão, se não mais importante, que o album das fotografias. Será algo que um dia lhes roubará muitas gargalhadas e ao mesmo tempo também fará com que elas se entendam melhor a si próprias.

3 comentários:

  1. Uma bela ideia!
    Quando tive a primeira filha (que faleceu)...eu iniciei um diário!
    Quando a perdi...a escrita esmoreceu em mim...e adiei esses tipo de projeto!
    Quem sabe na minha velhice...o faça!
    Bj amigo

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  2. Pensei o mesmo...tanto mais que como sou mais velha temo não ter tempo de contar ou falar tudo o que queria...até agora o que escrevo no blogue tem servido também para isso fixar momentos, revelar um pouco de mim para eles...tenho visto a P. por vezes reler o que escrevi e olhar para mim...sei que esse é um momento de redescoberta e fico feliz...acho muito importante...é um suporte para a vida deles...boa ideia querida amiga!
    Bjs
    Maria

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